Depois de uns 3 anos de abstinência de aulas -literais - de Flamenco, Thiagão teve uma idéia brilhante. Arrumou um lugar para poder se entreter e treinar algumas cositas, coisa de escobillas. Depois de certa política devido à questão do incômodo que os zapatitos por ventura poderiam causar nos vizinhos - leia-se condôminos - acabou que tudo certo. Medidas de decibéis analizadas por aparelhos e pessoas, com antecedência e prudência, acabo de ganhar um lugar que há uns 3 anos espero. Graças! Posso tomar meu Flamenco de volta - aquele Flamenco que envolve sapatos. Eis aqui o registro visual - ok, um pouco distorcido, mas enfim - da primeira vez que Thiago se aventura no mundo dos salões de festas de prédios, com a pendente aprovação do porteiro, devido à geração ou não de incômodos perturbadores da paz do edifício. Pá Ramón!
Flamenco, TOC's, Decisões, Opiniões, Reclamações, Erros, Acertos, Aventuras, Amigos, Amores, Narrações de sonhos e Travessuras da Aurora.
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sexta-feira, 3 de julho de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
Gentinha igualzinha
Ai, que preguiça de gente imagem e semelhança da Sociedade. Qualquer regra que se infringe frente à elas, gera tanto auê, credo. E são regras tão fúteis, tão superficiais... Não estamos falando em violação de Direitos Humanos, mas aquelas rotinas do cotidiano que acabam virando regra para as pessoas comuns, covardes acomodadas e pequenas. Gente cuzona mesmo. "No somos máquinas", como dizem os do "Ojos de Brujo", como tanta gente não pensa isso! Não acham elas que já somos podados o sufiente? Não acham elas que já não há grandes variações possíveis na porra do comportamentinho delas? Fazer tudo sempre igual, do mesmo jeitinho. Que velha resmungona eu, né? Blé.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Convenções Humanas
Por mais que isso pareça o mais certo para mim, ser um ser de não "Convenções Humanas" é dificil e muitas vezes bate uma sensação de "Meti os pés pelas mãos". Mas que saco, como os humanos são chatos! Como odeio esses protocolos e papeizinhos medíocres que temos que representar... E pra quem tudo isso? Pra sociedade, que na verdade é o conjunto formado por cada um. O ser humano é tão idiota que a peça que ele representa nem tem um público: é destinada a ele mesmo. Páaaaaaaaaaara com esse fingimento, me vire as costas se não gosta de mim, fale o que você pensa, exponha-se, pára de não falar o que pensa por conta de convenções humanas. E que saco também, pra que sempre as mesmas reações, tudo tão previsível que chega a me dar tédio. E essa previsibilidade? Tão medíocre, antes mesmo de pensar sobre o que você acha já vai procurando no dicionário das convenções humanas o termo (entende-se por atitude) mais adequado àquela situação. Tô cansada de gente medíocre. Não que eu não o seja, mas ao menos venho tentando burlar a mediocridade. Agora, se os meus companheiros desse estúpido palco não vêem interesse em escapar dela, o que eu hei de fazer? Vô faxinar a coxia que é o melhor que eu tenho a fazer.
sábado, 22 de setembro de 2007
Me irrita isso... ¬¬
02:29 am, encontro-me acordada, sendo q daqui a 4 horas tenho q acordar para "realizar"duas provas. Espanhol e Português.
Uma coisa especificamente me irritou hoje.
É a maneira como hoje em dia se lida com o afeto.
Toda essa confusão de internet tá pirando a cabeça do povo. Sério.
Me irritou a maneira como algumas pessoas nao conseguem enxergar o que esta na frente de seus... "narizes?".
Me irrita as pessoas nao valorizarem seus amigos.
Tem gente que pode passar por uma pré-adolescencia inteira e adolescencia na mais solidao, sem nenhum amigo, sem nenhuma pessoa que esteje ao seu lado, ou para dar apoio nas horas dificeis, ou simplismente para dar um abraço. Claro que existe gente assim. Nao adianta fazer essa cara de quem diz: "Nossa que exageeero essa menina... q isso..." por que todos nós sabemos que existem essas pessoas. Você mesmo, deve conhecer alguém assim.
Pois é. Tem gente q pode conhecer a solidao de tao perto e talvez sem se perceber até, deixar escapar ou nao perceber uma amizade ali do seu lado. Logo ali, ao lado dela. Cotidianamente ao seu lado.
Essa pessoa pode passar horas na frente do computador conversando com vozes que vêm dos lugares mais distintos e distantes e firmar tao seguramente "amizades"com esses fantasmas, mas ser incapaz de olhar para seu lado e ver quem a quer bem. Quem a quer bem de verdade. No mundo real.
Essa pessoa acha que sua solidao esta acabada.
É aí que está o problema.
Está convencida de que tem seus amigos, que faz parte de um grupo.
Isso não é verdade.
Mais tarde os efeitos dessa solidao "mascarada" virão.
E virão à tona.
E nao será somente essa pessoa que sofrerá as consequencias.
Os outros fantasmas também.
O ser humano precisa de calor humano --> afeto.
E está constantemente procurando isso.
O que acontecerá quando, de repente, essa necessidade for suprida por uma máquina?
Me parece que nao estaremos aptos a nos adaptar a tal mudança.
Nao estamos e nao estaremos nunca.
Me irritou, portanto, tudo isso.
Toda essa solidao coletiva.
Agora 03:00 em ponto.
Nesta agradavel madrugada de sexta véspera de sábado letivo, arrumei meu quarto, fui tomar banho, arrumei a cozinha, alguns arquivos no computador.
Começo hoje, agora, um novo passo.
Aliás, hoje, comprei uma lapizera nova,ritual que faço de vez em quando.
Teoricamente, simboliza o Novo Começo na escola =P.
É, acredito completamente "Toquianamente"* que com um novo instrumento de escrita terei mais forças, concentraçao para com os estudos.
Mas no contexto do dia, essa lapizera nova acabou representando um pouco mais.
A partir de agora, começo de novo.
Trabalharei,
disciplina
Amarei,
intensidade
Expressarei
liberdade
Vivirei a vida e todas as emoçoes que ela pode me oferecer,
vou vivê-las completamente,
sem medo,
para nao me tornar mais um desses fantasmas.
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